Ciúmes na balada, Ciúmes no bar, Ciúmes no rolê!

Ciúmes

Ciúmes o mal da diversão

Ciúmes na balada, Ciúmes no bar, Ciúmes no rolê! Situações rotineiras que acabam por atrapalhar diversos relacionamentos!

Cenas de Ciúmes sempre ocorrem nos diversos ambientes, no entanto quando você está junto a outras pessoas este sentimento de Ciúmes parece que se potencializa…

O Ciúmes acaba por diversas vezes atrapalhando a diversão do casal e até dos amigos! Por isso, o vídeo fala sobre o assunto e da dicas de como acabar com o CIÚMES NA BALADA, BAR, ROLÊ!!!!!

O que é o ciúmes

De acordo com os psicólogos israelenses Ayala Pines e Elliot Aronson, ciúme é “a reação complexa a uma ameaça perceptível a uma relação valiosa ou à sua qualidade.”[1] . Provoca o temor da perda e envolve sempre três ou mais pessoas, a pessoa que sente ciúmes – sujeito ativo do ciúme -, a pessoa de quem se sente ciúmes – sujeito analitico do ciúme – e a terceira ou terceiras pessoas que são o motivo dos ciúmes – o que faz criar tumulto.

Segundo a psicóloga clínica Mariagrazia Marini, esse sentimento apresenta caráter instintivo e natural, sendo também marcado pelo medo, real ou irreal, vergonha de se perder o amor da pessoa amada[2] . O ciúme está relacionado com a falta de confiança no outro e/ou em si próprio e, quando é exagerado, pode tornar-se patológico e transformar-se em uma obsessão.

A explicação psicológica do ciúme pode ser uma persistência de mecanismos psicológicos infantis, como o apego aos pais que aparece por volta do primeiro ano de vida ou como consequência do Complexo de Édipo não resolvido[3] ; entre os quatro e seis anos de idade, a criança se identifica com o progenitor do mesmo sexo e simultaneamente tem ciúmes dele pela atracção que ele exerce sobre o outro membro do casal; já na idade adulta, essas frustrações podem reaparecer sob a forma de uma possessividade em relação ao parceiro, ou mesmo uma paranoia.

Nesse tipo de paranoia, a pessoa está convencida, sem motivo justo ou evidente, da infidelidade do parceiro e passa a procurar “evidências” da traição. Nas formas mais exacerbadas, o ciumento passa a exigir do outro coisas que limitam a liberdade deste[4] .

Algumas teorias consideram que os casos mais graves podem ser curados através da psicoterapia que passa por um reforço da auto-estima e da valorização da auto-imagem. Porém várias teorias criticam a visão psicanalítica tradicional (exemplo:esquizoanálise).

Outros casos mais leves podem ser tratados através da ajuda do parceiro, estabelecendo-se um diálogo franco e aberto de encontro, com a reflexão sobre o que sentem um pelo outro e sobre tudo o que possa levar a uma melhoria da relação, para que esse aspecto não se torne limitador e perturbador.

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